quinta-feira, 23 de setembro de 2004

quarta-feira, 22 de setembro de 2004

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.

Alguns sofrimentos são inevitáveis como a morte de um ente querido - sei disso, pois como Platão só sei o que experimento.

Todavia, a quantidade e a qualidade de minha dor é minha própria criação pessoal -
Tento transcender isso. Tento não perpetuar um momento de dor, mais do que ele merece.

Repassar lembranças dolorosas em nada muda uma situação que já se perdeu no tempo e no espaço, onde as coisas e pessoas envolvidas não são mais as mesmas, mesmo porque um Rio não passa duas vezes no mesmo lugar.

Aflições mentais surgem espontaneamente em nossas mentes e corações por algum fator (Freudiano ou Yunguiano), consciente ou não, e nos leva no tempo àquela dor. Reforçar tais emoções negativas as tornam mais graves.

Descobri recentemente minha própria contribuição para a falta de sinceridade de um colega fotógrafo que queria trazer os argentinos para uma associação brasileira por motivos pouco nobres. A simples oferta me ofendeu. Mas em algum lugar do passado dei a entender que estaria aberto a tal posição? Provavelmente..."Mea Culpa".
Sorry Tata, Herr Doctor Freud e E.A.Bennet arquetipado), mas ainda sigo Dalai Lama, prof. Hermógenes e a Mim.

Outrossim continuo em minha não tão mais árdua seara de Yamas e Nyamas onde ahimsa(não-violência) e satya(não faltar coma verdade) encabeçam a lista.
:O)

HariOm

terça-feira, 21 de setembro de 2004

DUDO

Ficou mais ou menos assim....

Certo q eu tô sóbrio... precisa dar um desconto...:

Ajudem-me a compor as regras: É + ou - assim:

- Jogadores com 5 dados cada, identificados por cores diferentes - {os dados! :O)}...
iniciam o jogo de DUDO com 3 vidas cada jogador:
- misturam os dados no copinho;
- batem na mesa (viram o copinho);

- aí começa:
.quem canta primeiro, canta o "par" ou seja o par de dados com determinado número q ele supõe exista na mesa
. ex."par de três" significa q ao todo na mesa existem tantos pares de três quantos forem os jogadores.

- Assim, numa mesa de 4 jogadores, se se canta "par de três" significa q quem cantou acha q na mesa tem ao menos 8 pares (par= 2 dados X 04 jogadores) de dados com número 3 (=16 dados com número 3).
. o próx. jogador só pode subir a quanti// de "par de três" ou seja dizer q tem 2 pares de 3 + 1 ("alto par" de terno = 17 dados c/ nº3), ou, diminuir o nº do dado, mas aumentar na quanti//, ou seja "alto par de duo"=9dados nº2.
.ou seja-o próx. jogador sempre sobre a quantidade de "pares" dos dados do anterior, ou, se diminuir o valor do dado, sobe a quantidade de dados da ultima cantada.-a cantada + baixa - é "baixo par"(par menos um dos jogadores)

- Nomencl.dados:"baixo par,par, alto par,sobe:02=duo03=terno04=quadra05=quina06=senanão dá para ter mais de 06 números nos dados....

- MOSTRAR DADOS -
Se cantar e abrir os dados (mostrar o jogo) pode bater o restante dos dados mais 1 vez só.
Se cantar sem abrir, o jogador não pode mais bater os dados.

- DUDO - duvidar do jogo - o jogador precedente sempre pode cantar novo número ou duvidar(DUDO)do jogo(cantada)sempre do jogador imediatamente antecedente.
. nesse caso 1 dos 2 perde - quem jogou ou quem dudou.
. perde 1 vida das 3 q tem

- VIDAS - Cada jogador tem 3vidas .

- Perde 1vida cd vez q alguém duda da cantada do jogo q não tem.
.ou pq não tem o cantado na mesa ou porque o jogador passou e não tinha jogo p/passar.

- PASSO - o jogador pode passar se todos os dados forem de nºs diferentes.
.pode tb blefar e passar.

- cada DUDO inverte o sentido da ordem dos jogadores.

Como disse acima e repito é mais ou menos isso...
:O)

segunda-feira, 20 de setembro de 2004

Infância (Cumuruxatiba; Bahia)


http://manateesp.blogspot.com Posted by Hello

Filosofar

Se vc. teve uma idéia incrível - é melhor fazer uma canção.
Está provado que só é possível filosofar em alemão...
néh?

Seguinte - a dita separação entre Sujeito e Objeto (Descartes), a divergência entre filosofia e arte, concreto e abstrato, alma e corpo veio com a denominada Modernidade no século XVI e, desde então vigora em "terras brasilis" a idéia errada (sofismo?) que não podemos filosofar em português, ou seja, de que não somos capazes de construir teorias, instrumentais, métodos e paradigmas, mas apenas “objetos” e “fenômenos”.

Sobre isso leiam a jornalista Maria Brum Lemos em NOVA-e : http://www.novae.inf.br/pensadores/filosofar_portugues.htm

Acreditem Holywood quer dizer Azevedo...

Minha língua portuguesa
quem não entendeu eu lamento
espero que entendalgum dia


sexta-feira, 17 de setembro de 2004

Pescador em Cumuruxatiba _ barra do Cahy


http://manateesp.blogspot.com Posted by Hello

Contra "cepssão"

Calmaria...
Ah gli italiani...che carino...
Ma dai...e che solo amore ha per vire...
piano hã...

Sinto falta de minhas aulas no Filial
e na casa di dante

Depois da apreensão da CNH, doc da moto irregular, placa caiu, Canon quebrou, a minha trezentinha e a pro EOS 1D power range da Claudinha....
Sorry Claudinha...o jornal te acerta e depois vc me acerta!
E eu te acerto as contas.
Voltei para a analógica mecânica...e o cachimbo entortou meu olho.. errei feio no Krema, mas liga não terça que vem tem mais.. com anlógica apara voltar a treinar o olhar...

Bem fazem vcs queridos professores WF AA e BW .. nada supera nossas mecânicas...
Estou prestes a me juntar ao time - mesmo porque o frio e o vento de lá de cima só me deixa essa alternativa...Alez! ALez!

Segue : lá vai o peixe como chegou em minhas mãos, mal desembrulhei do jornal -
Sorry redação, mas sou freela...

Our língua - The cow went to the swamp. A vaca foi pro brejo.
Copiráite de Millôr Fernandes.
:O)

Alô, boy, alô, Johnny, esse negócio só pode ser conversa de telefone.
Direitos autorais para Noel Rosa.
Já se pode dizer, quase que literalmente (um outro cacoete nosso), que há séculos que se trava um verdadeiro catch-as-catch-can (eu prefiro “pega pra capar”) entre o português do Brasil e… e o português do Brasil, pomba!

Muitos disputam a renhida contenda. Os puristas ultrapassados (datados?), de bigodinho e palheta, berrando “Homessa” e que, exaltados, sapecam exclamações em francês: e tome “Sacrebleu!” e “Ça Alors!”.

Os flexíveis que, no corpo a corpo, vão incorporando e incorporando. Deles é o reino da tecnologia (“deletar”, “printar”, “logar”, "attachar"), do cinema e da televisão. São os culpados pelos choques e desastres que acabam aceitos pelas 5 mil pessoas responsáveis pela condução da língua portuguesa falada e escrita no Brasil: jornalistas ou telenovelistas.

O resto escuta, passa adiante e estamos aí. Não esquecendo aquela pior das possibilidades: o “cenário”. No meio dessa lenha toda, de deputado querendo multar e prender quem violar o que chama de língua pátria, no meio do olhar sereno e festivo da Academia Brasileira de Letras, cuja única função seria cuidar dessas coisas, mas que prefere conferir os aluguéis dos imóveis que possui, no meio disso tudo, dizia eu, a inventividade foi para o beleléu, para dar alento novo a gíria velha, já que – e aí está meu "point" – não há gíria nova.

Não é só gíria. São expressões, exclamações, bordões, invenções enfim. Nós paramos. Ficamos feito São Paulo que, num dicionário de expressões populares, só contaria com uma única entrada: “Ô lôco sô”. Mais do que encontrar equivalentes, o negócio é inventar dificuldades para os tradutores de Paulo Coelho.

Fazer como James Daly, gerente de teatro em Dublim, na Irlanda, que, em 1782, apostou que em 24 horas introduziria uma palavra nova na língua inglesa.
Tacou em giz pelos muros e paredes da cidade a palavra “quiz”. Logo só se falava nisso. Daly faturou a aposta. Uma coisinha: sem ser o verbo (questionar), alguém tem alguma sugestão para a tradução de “quiz”?