Foi mais ou menos assim....
E só conto o final por ser mais quase um prólogo...
ou não
... Por favor, peça para que ele pare de comer açúcar!
então Gandhi pediu aquela mãe que voltasse uns 15 dias depois.
Tempo decorrido, a mãe o procura novamente
e Gandhi olha o menino com bastante atenção e diz:
- Pare de comer açúcar! O menino baixou a cabeça mas fez sinal de que iria obedecê-lo.
A mãe não entedeu nada daquilo e perguntou, super intrigada:
- Mahatma, por que você não falou isso há 15 dias atrás?
E Gandhi responde: - É que há 15 dias atrás eu também comia açúcar!
Quantas vezes exigimos do outro aquilo que ainda não conseguimos mudar em nós.
Mutatis mutandi
Um dia numa prática o professor começou a balbuciar palavras sobre meias nos pés e parou.
Voltou a seu lugar tirou suas próprioas meias,
então....
assim dado o exemplo
pediu a gentileza de tirarmos nossas meias já que não estava tão frio assim...
E riu-se deveras... lembrando-se talvez do ensinamento de Mahatma
mesmo que não dele, mas sim um ensinamento
Hoje rio eu
lembrando de Mahatma de meu mestre de Yoga e de vida ....
e faço o mesmo em minhas práticas...
Experimento e mudo em mim antes para sugerir mudanças só depois.
Quiçá possa deleitar-me com essa sabedoria por mais, muito mais tempo.
Afinal só é possível filosofar com o Alemão...
domingo, 27 de novembro de 2005
Eu sou eu e você é você?
Então lá estávamos nós jogando conversa fora
aliás a única coisa possível com conversas
e surgiu a pergunta:
Sensacional observação...
Fácil -
Porque você acredita na dualidade das coisas,
acredita na ilusão que pessoas e coisas são diferentes são individuais...
esquece-se de que tudo é uma só coisa, um só substrato.
Porque fácil? Se eu já tive um flash de consciência, um raio de lucidez?
Nunca.
aliás a única coisa possível com conversas
e surgiu a pergunta:
Porque eu sou eu; e não sou você?
Sensacional observação...
Fácil -
Porque você acredita na dualidade das coisas,
acredita na ilusão que pessoas e coisas são diferentes são individuais...
esquece-se de que tudo é uma só coisa, um só substrato.
Porque fácil? Se eu já tive um flash de consciência, um raio de lucidez?
Nunca.
sexta-feira, 4 de novembro de 2005
O Bem Social
É no comum dos homens
De onde se extrai a idéia do bem e do mal.
O ‘pater bonus familis’ é a medida do certo e do errado nas sociedades.
Isso porque o Homem é, por natureza, um ser vivo político,
um animal social, um animal de cidades.
Só o Homem dentre todos os seres vivos possuí a palavra.
Só o Homem dentre todos os seres vivos possuí a palavra.
Diferente da voz que indica só prazer e sofrimento
o discurso, por sua feita, serve pra tornar claro o fútil e o prejudicial
o justo e o injusto, o bem e o mal, o certo e o errado.
Só o Homem sente o justo do injusto, o certo do errado,
E é exatamente esse senso,
o justo e o injusto, o bem e o mal, o certo e o errado.
Só o Homem sente o justo do injusto, o certo do errado,
E é exatamente esse senso,
essa comunidade desses sentimentos que produz a família
Célula ‘mater’ e inicial da sociedade e assim as cidades.
A possibilidade de comungar o justo e o injusto,
Célula ‘mater’ e inicial da sociedade e assim as cidades.
A possibilidade de comungar o justo e o injusto,
o bem e o mal, formam as cidades.
Assim, na medida de todas as coisas está a razão humana
A razão do homem comum.
De se perceber que naturalmente, por índole própria mesmo,
toda ação e decisão se inclinam para um certo bem.
Diferente do certo e do errado do senso cultural
Bem e mal são iconográficos no senso comum de uma ‘polis’.
O Bem é aquilo diante do qual nada resiste,
Tudo o que fazemos, arte, modificação do real,
ações, decisão, estão orientadas, finalizadas
Assim, na medida de todas as coisas está a razão humana
A razão do homem comum.
De se perceber que naturalmente, por índole própria mesmo,
toda ação e decisão se inclinam para um certo bem.
Diferente do certo e do errado do senso cultural
Bem e mal são iconográficos no senso comum de uma ‘polis’.
O Bem é aquilo diante do qual nada resiste,
Tudo o que fazemos, arte, modificação do real,
ações, decisão, estão orientadas, finalizadas
para um determinado bem.
Bem este ao alcance das nossas mãos ‘prakton’ – factível, ou não é nada.
O que for a natureza do seu ser será teu destino.
Bem este ao alcance das nossas mãos ‘prakton’ – factível, ou não é nada.
O que for a natureza do seu ser será teu destino.
:O)
quinta-feira, 27 de outubro de 2005
Guiã
Quando essa doce irresponsabilidade
de só viver, der lugar
à saudade de dividir esses dias
aí, e então, saberei que me apaixonei
Ando pensativo mesmo,
E penso mesmo sem andar
que bem demais me conheces.
Meio distraído, menos distraído que nunca
que bem demais me conheces.
Meio distraído, menos distraído que nunca
Mas esquecido, mais que nunca
e mais esquecido que sempre.
Penso tanto ultimamente, que no pensar me perco.
e mais esquecido que sempre.
Penso tanto ultimamente, que no pensar me perco.
Não pelo prazer de pensar, que me é caro,
mas pela questão que me surge;
Mais pela falta de solução, que pela profundidade
Mais pela falta de solução, que pela profundidade
ou da simplicidade do pensamento.
Que tem alvo certo para essa flecha chamada destino.
Lançada pelos braços do arqueiro que visualiza ponto certo,
apesar de distante.
Não que simples seja, ou fosse... Mas um dia será.
Assim como tudo em minha vida: simples
Gostos, amigos, dias...
Todavia pela vida e suas vias,
Que interessantes caminhos elas vão.
Sem mais e sem conclusão, Penso eu, Fico por aqui.
Pensando com meus botões
Falando com minhas rosas
Sem mais e sem conclusão, Penso eu, Fico por aqui.
Pensando com meus botões
Falando com minhas rosas
Amando meus dias.
à Cevada !
Deus é 10,
Romario é 11,
Uísque é 12,
Zagallo é 13,
e acima de 14
já tão pegando!
E chama a tia dela pra gente papear!
Né?
quarta-feira, 26 de outubro de 2005
quarta-feira, 12 de outubro de 2005
Minha amiga
Bom dia meiga menina!
minha amiga,
você veio hoje me ver...
já estava ficando até meio triste
de estar tanto tempo
longe de você.
se chegue, doce senhorita
se sente comigo aqui,
nessa mesa de bar,
beba do meu copo
compartilhe confissões
e me dê seu ombro,
que é pra eu chorar,
chorar de amor
minha amiga tristeza,
tristeza de amar.
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