A nós bastem nossos próprios ais,
Que a ninguém sua cruz é pequenina,
Por pior que seja a situação da China,
Os nossos calos doem muito mais.
+ 1 Quintana na 5ªessência da quitanda...
domingo, 14 de maio de 2006
Do exercício da Filosofia
Como o burrico mourejando à nora,
A mente humana sempre as mesmas voltas dá...
Tolice alguma nos ocorrerá
Que não a tenha dito um sábio grego outrora.
Dá-lhe Quintana!
A mente humana sempre as mesmas voltas dá...
Tolice alguma nos ocorrerá
Que não a tenha dito um sábio grego outrora.
Dá-lhe Quintana!
sexta-feira, 12 de maio de 2006
Find a way
E agora, que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer
você só me ensinou a te querer
e te querendo eu vou tentando te encontrar
Vou me perdendo
buscando em outros braços seus abraços,
perdido no vazio de outros passos...
do abismo em que você se retirou e me atirou e me deixou aqui sozinho...
terça-feira, 9 de maio de 2006
Gonçalves Dias
E poi morir.
METASTASIO
Ah! que eu não morra sem provar,
ao menos Sequer por um instante,
nesta vida Amor igual ao meu!
Dá, Senhor Deus, que eu sobre a terra encontre
Um anjo, uma mulher, uma obra tua,
Que sinta o meu sentir;
Uma alma que me entenda, irmã da minha,
Que escute o meu silêncio,
que me siga Dos ares na amplidão!
Que em laço estreito unidas, juntas, presas,
Deixando a terra e o lodo, aos céus remontem
Num êxtase de amor!
METASTASIO
Ah! que eu não morra sem provar,
ao menos Sequer por um instante,
nesta vida Amor igual ao meu!
Dá, Senhor Deus, que eu sobre a terra encontre
Um anjo, uma mulher, uma obra tua,
Que sinta o meu sentir;
Uma alma que me entenda, irmã da minha,
Que escute o meu silêncio,
que me siga Dos ares na amplidão!
Que em laço estreito unidas, juntas, presas,
Deixando a terra e o lodo, aos céus remontem
Num êxtase de amor!
domingo, 7 de maio de 2006
Onde começa a paixão?
Quintana já dizia:
pra quê interpretar o poema?
Um Poema já é uma interpretação.
Saravá Quintana!
Quem ama inventa as coisas que ama
Talvez chegaste quando eu te sonhava
Então de súbito acendeu-se a chama
Era a brasa dormida que acordava...
Chegaste calada e feliz
num sorriso maroto e fértil de menina mulher
e chamou minha atenção pelos belos gestos
delicados gracejos e força na vida
tens garra e graça
teu sabor é amargo e doce
tua vida é larga e longa
cheia de idas e vindas
daí fez-se tua personalidade
meiga e arredia
teimosa e afável
forte e suave
Sorte a minha cruzar teu caminho
assim numa grata surpresa
Teu cheiro fica em mim
nosso abraço permanece
vê se aparece!
pra quê interpretar o poema?
Um Poema já é uma interpretação.
Saravá Quintana!
Quem ama inventa as coisas que ama
Talvez chegaste quando eu te sonhava
Então de súbito acendeu-se a chama
Era a brasa dormida que acordava...
Chegaste calada e feliz
num sorriso maroto e fértil de menina mulher
e chamou minha atenção pelos belos gestos
delicados gracejos e força na vida
tens garra e graça
teu sabor é amargo e doce
tua vida é larga e longa
cheia de idas e vindas
daí fez-se tua personalidade
meiga e arredia
teimosa e afável
forte e suave
Sorte a minha cruzar teu caminho
assim numa grata surpresa
Teu cheiro fica em mim
nosso abraço permanece
vê se aparece!
sábado, 6 de maio de 2006
Marketing com qu
UM CEGO EM PARIS
Havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: - "Por favor, ajude-me, sou cego".
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira, aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali. O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras". Sorriu e continuou seu caminho. O cego nunca soube mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la".
Mudar a estratégia quando nada nos acontece... Podem trazer novas perspectivas. Precisamos escolher a forma certa de nos comunicar com as pessoas.
Havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: - "Por favor, ajude-me, sou cego".
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira, aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali. O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras". Sorriu e continuou seu caminho. O cego nunca soube mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la".
Mudar a estratégia quando nada nos acontece... Podem trazer novas perspectivas. Precisamos escolher a forma certa de nos comunicar com as pessoas.
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