"... é mais fácil destruir um átomo qeu um preconceito."
A causa do preconceito é mais um erro na noção de causalidade
que ignorância das concausas.
:O)
terça-feira, 24 de maio de 2005
Felicidade
Interessante questão acerca da meditação me ocorre:
Se a todo momento é necessária a consciência plena
e mente presente
a sutil alegria de algum momento nos passará desapercebida.
Isto porque é necessária
para um repente de felicidade a espontaneidade.
Se muito concentrado no momento presente
e focado na consciência plena desse momento, foge-me a espontaneidade.
Assim a consciência do momento presente
causa um afastamento da noção que naquele exato momento se é feliz,
e a felicidade só é reconhecida no passado.
Hari OM
Se a todo momento é necessária a consciência plena
e mente presente
a sutil alegria de algum momento nos passará desapercebida.
Isto porque é necessária
para um repente de felicidade a espontaneidade.
Se muito concentrado no momento presente
e focado na consciência plena desse momento, foge-me a espontaneidade.
Assim a consciência do momento presente
causa um afastamento da noção que naquele exato momento se é feliz,
e a felicidade só é reconhecida no passado.
Hari OM
quarta-feira, 27 de abril de 2005
Curisosidade filosófica II
Outrossim,
a ignorÂncia é a mais perfeita Metafísica
nada mais faz que mostrar
a falta de conhecimento das coisas.
c.q.d.
:O)
Curiosidade filosófica
Toda curiosidade filosófica é Natural ao Homem.
Filosoficamente entendo que o conhecimento advém da experiência, pois o conhecimento não experimentado não pode ser considerado como adquirido, apenas teorizado.
A experiência é uma condição necessária a uma inferência causal entre fatos, ou seja é uma conexão entre causas e efeitos constante.
Ex.: Se eu soltar uma maçã ela cairá no solo. Causa a queda a gravidade, mas qual a causa da gravidade?
Mas e se eu lançar um batumaré? O que acontecerá?
O raciocinio lógico se dá sempre através do efeito de uma causa, ligados por uma experiência, que quanto mais repetida, mais certeza dará da ocorrência daquele efeito. Eis o sintoma da causalidade.
Por ex.:Sei que ao beber água sascio minha sede pois quantas vezes antes a saciei bebendo água, repetindo um comportamento aprendido por repetição e experiência.
Por isso a metafísica apresenta-se-nos tão difícil: buscando as causas últimas (ou primeiras) de determinado efeito, impossível recorrer à experiência pois nunca as observamos. A metafísica encontra-se além da experiência, na arbitrariedade do raciocínio completo, das idéias.
Diferente da matemática - linguagem universal, excelente postuladora de uma linguagem simbólica que permite formular causa de uma lei da física, mas que não tem o condão de injetar valor de verdade vez que não ultrapassa a experiência.
Por ex. E = mc². Mas a fórmula fica sem conteúdo se não a experimentarmos. Antes do homem povoar o planeta Terra o Teorema de Pitágoras já era verdadeiro e demosntrado c.q.d. Depois que o Homem deixar a Terra ainda o será.
Todavia acredito ainda que podemos conhecer causas que estão além de nossa experiência e o fazemos sempre que inferimos algo.
Filosoficamente entendo que o conhecimento advém da experiência, pois o conhecimento não experimentado não pode ser considerado como adquirido, apenas teorizado.
A experiência é uma condição necessária a uma inferência causal entre fatos, ou seja é uma conexão entre causas e efeitos constante.
Ex.: Se eu soltar uma maçã ela cairá no solo. Causa a queda a gravidade, mas qual a causa da gravidade?
Mas e se eu lançar um batumaré? O que acontecerá?
O raciocinio lógico se dá sempre através do efeito de uma causa, ligados por uma experiência, que quanto mais repetida, mais certeza dará da ocorrência daquele efeito. Eis o sintoma da causalidade.
Por ex.:Sei que ao beber água sascio minha sede pois quantas vezes antes a saciei bebendo água, repetindo um comportamento aprendido por repetição e experiência.
Por isso a metafísica apresenta-se-nos tão difícil: buscando as causas últimas (ou primeiras) de determinado efeito, impossível recorrer à experiência pois nunca as observamos. A metafísica encontra-se além da experiência, na arbitrariedade do raciocínio completo, das idéias.
Diferente da matemática - linguagem universal, excelente postuladora de uma linguagem simbólica que permite formular causa de uma lei da física, mas que não tem o condão de injetar valor de verdade vez que não ultrapassa a experiência.
Por ex. E = mc². Mas a fórmula fica sem conteúdo se não a experimentarmos. Antes do homem povoar o planeta Terra o Teorema de Pitágoras já era verdadeiro e demosntrado c.q.d. Depois que o Homem deixar a Terra ainda o será.
Todavia acredito ainda que podemos conhecer causas que estão além de nossa experiência e o fazemos sempre que inferimos algo.
sexta-feira, 8 de abril de 2005
Perde-se um Grande AMOR duas vezes
Todo mundo tem um grande amor
E todo grande amor só é grande se for triste
E se é triste é porque se foi
foi-se, perdido, terminado
Como costumo dizer foi feito um acordo
um entrou com o pé outro com a bunda
Mas não é só isso
as perguntas nunca se calam
porquê e como nunca sossegam a mente desolada
Anos depois, as mesmas e diferentes pessoas
amam e sonham com a ideologia do grande amor perdido
grande porque perdido e ideal porque não real
Criam a expectativa que llhes acolhe a emoção
mas também lhes tolhe a felicidade
na medida em que esperam um acontecimento inventado
criado e imaginado, idealizado pela livre imaginação pueril de amores mil
E não mais nem menos sem querer
acontece o súbito encontro entre os então maduros e amargurados corações
E dá-se o furacão se sentimentos e pensamentos
os nãos e os porquês desfalecem
face da pessoa tão amada e desejada
Mas as possibilidades agora restritas
Ou se vive um grande amor ou se vive... cotidianamente
A opção no mais é o cotidiano
já que o coração esqueceu
de quão bem lhe fazia a emoção do grande amor
Ou não
A opção não está mais isolada e nem fala mais de um
e sim de vários
amantes noivos casamentos filhos empregos
tudo numa grande salada
Falta o tempero finale o prato para servir, se vir ou vier.
E aí perde-se de novo o grande amor
Pela segunda vez
Mesmo se longe a pessoa, próximo o sentimento
E escolhe-se pela perda ou pela esperança
Acontece
E todo grande amor só é grande se for triste
E se é triste é porque se foi
foi-se, perdido, terminado
Como costumo dizer foi feito um acordo
um entrou com o pé outro com a bunda
Mas não é só isso
as perguntas nunca se calam
porquê e como nunca sossegam a mente desolada
Anos depois, as mesmas e diferentes pessoas
amam e sonham com a ideologia do grande amor perdido
grande porque perdido e ideal porque não real
Criam a expectativa que llhes acolhe a emoção
mas também lhes tolhe a felicidade
na medida em que esperam um acontecimento inventado
criado e imaginado, idealizado pela livre imaginação pueril de amores mil
E não mais nem menos sem querer
acontece o súbito encontro entre os então maduros e amargurados corações
E dá-se o furacão se sentimentos e pensamentos
os nãos e os porquês desfalecem
face da pessoa tão amada e desejada
Mas as possibilidades agora restritas
Ou se vive um grande amor ou se vive... cotidianamente
A opção no mais é o cotidiano
já que o coração esqueceu
de quão bem lhe fazia a emoção do grande amor
Ou não
A opção não está mais isolada e nem fala mais de um
e sim de vários
amantes noivos casamentos filhos empregos
tudo numa grande salada
Falta o tempero finale o prato para servir, se vir ou vier.
E aí perde-se de novo o grande amor
Pela segunda vez
Mesmo se longe a pessoa, próximo o sentimento
E escolhe-se pela perda ou pela esperança
Acontece
quarta-feira, 30 de março de 2005
Ent3ndim3n/os
A vida que queremos ... é
é exatamente aquela que temos
O pior do sofrimento é a dor
e a dor é aquela causada por nós mesmos
pela nossa vontade e sonhos não realizados
Mas será que colhemos exatamente o que plantamos?
Colher é a palavra certa? Existe certo/
Há palavra?
A palavra que nos comunica erra
desentende, mata e morre
A Comunicação só está completa
se o receptor da mensagem entendeu o conteúdo
tal qual enviado pelo emissor
Ou tudo não passa de uma fórmula matemática
que perdemos a raiz quando nos apaixonamos
Por uma idéia por uma pessoa por um amor.
Ou não.
é exatamente aquela que temos
O pior do sofrimento é a dor
e a dor é aquela causada por nós mesmos
pela nossa vontade e sonhos não realizados
Mas será que colhemos exatamente o que plantamos?
Colher é a palavra certa? Existe certo/
Há palavra?
A palavra que nos comunica erra
desentende, mata e morre
A Comunicação só está completa
se o receptor da mensagem entendeu o conteúdo
tal qual enviado pelo emissor
Ou tudo não passa de uma fórmula matemática
que perdemos a raiz quando nos apaixonamos
Por uma idéia por uma pessoa por um amor.
Ou não.
terça-feira, 29 de março de 2005
Rosa dos Ventos
E do amor gritou-se o escândalo
Do medo criou-se o trágico
No rosto pintou-se o pálido
E não rolou uma lágrima
Nem uma lástima para socorrer
Seu Francisco
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