O que está acontecendo?
Eu estava em paz qdo vc chegou.
É uma índia com colar?
é a tarde linda que não quer se por
O que está acontecendo?
Ceci e Peri
Peri e Eli
Ali no mar
Eu estava em paz qdo vc chegou
Vc invade mais um lugar onde eu não vou
O que vc está fazendo?
Cadê a flor desses vasos?
O que vc está fazendo?
"Com o relicário imenso desse amor?"
A tempestade passa
Antes e depois da Calmaria
Que a precede e conclama
Sem ventos não Saio do lugar
Já escapei da pior forma de naufrágio
A de nunca partir
"Dos cegos do castelo
eu me despeço e vou
A pé até encontrarum caminho
um lugar"
Eu vou cuidar
sempre assim
suave e sincero
de você e de mim
segunda-feira, 24 de janeiro de 2005
O Bem a Paz e o Amor
Faço e cultivo o bem
Paz, amor e a verdade
Eu tenho caráter!
Eu não posso entender essa vida
tão injusta essa justiça
não vou fingir que já parou de doer
Mas um dia isso vai acabar
Não consigo me convencer
que essa vida não foi injusta
queria ver vc lá em casa
Tanta falta me faz vc, ó Pai
Paz, amor e a verdade
Eu tenho caráter!
Eu não posso entender essa vida
tão injusta essa justiça
não vou fingir que já parou de doer
Mas um dia isso vai acabar
Não consigo me convencer
que essa vida não foi injusta
queria ver vc lá em casa
Tanta falta me faz vc, ó Pai
Navegando
Eu aqui.
e você aí!
Hummm...
um dos dois tá no lugar errado...
Ora...Vamo s´imbora
vamos´imbora ... nega
pr´outro lado
fora dessa cega multidão
Pra longe do Paranoá
Pra perto do aqui
e Longe do acolá
Sem medo de amar
Nem do arrependimento
Sei o que sinto e digo
Vem cá me experimentar
Te prometo o Sol
Se amanhã Sol fizer
Sou meu mestre
Puxo a vela e seta
Primeiro e segundo
Reta na maré
Capitão e marujo
Nau à vela,
Onde d' outro lado
num doce olhar
desse mar de esperança
Vou ancorar
e você aí!
Hummm...
um dos dois tá no lugar errado...
Ora...Vamo s´imbora
vamos´imbora ... nega
pr´outro lado
fora dessa cega multidão
Pra longe do Paranoá
Pra perto do aqui
e Longe do acolá
Sem medo de amar
Nem do arrependimento
Sei o que sinto e digo
Vem cá me experimentar
Te prometo o Sol
Se amanhã Sol fizer
Sou meu mestre
Puxo a vela e seta
Primeiro e segundo
Reta na maré
Capitão e marujo
Nau à vela,
Onde d' outro lado
num doce olhar
desse mar de esperança
Vou ancorar
'Me responde'
Me responde,
Você,
Doce e meiga senhorita
De coração tão puro
E olhar tão belo
sincero
Já que -
em absoluto tenho o direito de pedir,
Perguntar talvez? Mas como?
Se me declarar não posso
nem de forma alguma ser o estorvo
Se -
Do que já fui vítima não vitimo
aprender a viver
o é
por adesão
e não teoria.
Então :
N ã o s e i o q u e f a z e r .
Tanta vida vivida e mesmo, não o sei .
Assim como hoje o ontem e o manhã
me condenam o olhar, o desejo e a vontade
de ao seu lado estar.
De novo:
Volto a sentir
A pura e infantil
Emoção
Do primeiro Grande amor
E,
se perto, dá vontade de estar ainda mais perto
O que sentir?
Já que fazer nada faço?
Mesmo,
que sem lenço nem documento
Sem o promissor futuro
do executivo sempre ocupado,
De que -
Me adianta mansão
Vazia e triste
Se minha cabana
Arde sem queimar?
Assim -
Nessa encruzilhda
Penso: vem cá!
Me ajuda a te sentir
Diz que eu posso chegar
E se,
Digo o que sinto?
Falo o que penso
ou falso o que penso ?
Não ... Me calo
E,
o silêncio
uma asa de outra a esperança
da ave solidão
Já! começa a me corroer
Há tanto já desisitira
Da verdadeira paixão
Quiçá de um amor
E que triste a sina só, seguida
Mas,
trás de outro dia descobri
Que a mais linda sorri...
Pudera pra mim
Sonho, vivo e lembro
Revivendo
de tão doces sorrisos
O enorme afeto
e o início da descoberta
Dessa menina
que tão familiar me parece
tão aconchegante sentimento
Se,
talvez mútuo
Essa rosa, tão jovem e madura
Quiçá, sorri pra mim
Ai quem me dera,
Saber se a ela
Poderia sem pudor
Responder todo meu amor
Posso?
Você,
Doce e meiga senhorita
De coração tão puro
E olhar tão belo
sincero
Já que -
em absoluto tenho o direito de pedir,
Perguntar talvez? Mas como?
Se me declarar não posso
nem de forma alguma ser o estorvo
Se -
Do que já fui vítima não vitimo
aprender a viver
o é
por adesão
e não teoria.
Então :
N ã o s e i o q u e f a z e r .
Tanta vida vivida e mesmo, não o sei .
Assim como hoje o ontem e o manhã
me condenam o olhar, o desejo e a vontade
de ao seu lado estar.
De novo:
Volto a sentir
A pura e infantil
Emoção
Do primeiro Grande amor
E,
se perto, dá vontade de estar ainda mais perto
O que sentir?
Já que fazer nada faço?
Mesmo,
que sem lenço nem documento
Sem o promissor futuro
do executivo sempre ocupado,
De que -
Me adianta mansão
Vazia e triste
Se minha cabana
Arde sem queimar?
Assim -
Nessa encruzilhda
Penso: vem cá!
Me ajuda a te sentir
Diz que eu posso chegar
E se,
Digo o que sinto?
Falo o que penso
ou falso o que penso ?
Não ... Me calo
E,
o silêncio
uma asa de outra a esperança
da ave solidão
Já! começa a me corroer
Há tanto já desisitira
Da verdadeira paixão
Quiçá de um amor
E que triste a sina só, seguida
Mas,
trás de outro dia descobri
Que a mais linda sorri...
Pudera pra mim
Sonho, vivo e lembro
Revivendo
de tão doces sorrisos
O enorme afeto
e o início da descoberta
Dessa menina
que tão familiar me parece
tão aconchegante sentimento
Se,
talvez mútuo
Essa rosa, tão jovem e madura
Quiçá, sorri pra mim
Ai quem me dera,
Saber se a ela
Poderia sem pudor
Responder todo meu amor
Posso?
quarta-feira, 19 de janeiro de 2005
REdescobrindo
De repente me deu uma vontade louca de escrever!
De presente de passado de futuro,
Do Vôo da corrida e do mergulho,
Mesmo sabendo que o que foi
é-se ido
E o que virá ninguém sabe dizer
nem quando nem onde nem mesmo se virá;
E se será como o Indio que descerá de lá
Impávido como Muhamed Ali
Tranquilo e Infalível como Bruce lee.
E Se virá eu vi!
Das Upanishads
Dos vedas e do vedanta
Dos meus Gúrus e portos seguros
Da vida de antes e depois
Hoje tenho um brilho diferente nos olhos
Um doce sentimento que me lembro da infância
De um abraço apertado
De Aconchego
Muito pouco para deixar de sofrer um coração
Suficiente para eu mergulhar na paixão
De repente, não mais que de repente caro poeta.
Manatee
Nonada!
A explicação que lhes devia
Apresento-lha e segue:
Vetustos dias se foram
E Brilha hoje o Sol
Em resplandescente Alegria
Encontrei por fim
Mas embora talvez
O Brilho de minh'alma
Debaixo d'água, assim.
Meu porto seguro
Até ontem desconhecido
Se mostra nas vestes
De um sentimento maduro
Estrangeria donzela
Q' em doce face sorriu
Tem familiar afago
E meu coração confortou
A moral ensinada
Não me deixa declarar
Essa tamanha paixão
Que por hora devo abafar
Abandono por ora
Meu canto e minha rosa
Apresento-me melhor
vida e emoção nas linhas da dissertação
Manatee
A explicação que lhes devia
Apresento-lha e segue:
Vetustos dias se foram
E Brilha hoje o Sol
Em resplandescente Alegria
Encontrei por fim
Mas embora talvez
O Brilho de minh'alma
Debaixo d'água, assim.
Meu porto seguro
Até ontem desconhecido
Se mostra nas vestes
De um sentimento maduro
Estrangeria donzela
Q' em doce face sorriu
Tem familiar afago
E meu coração confortou
A moral ensinada
Não me deixa declarar
Essa tamanha paixão
Que por hora devo abafar
Abandono por ora
Meu canto e minha rosa
Apresento-me melhor
vida e emoção nas linhas da dissertação
Manatee
"Navigare necesse; vivere non est necesse"
latim, frase de Pompeu, general romano, 106-48 aC., dita aos marinheiros, amedrontados, que recusavam viajar durante a guerra, cf. Plutarco, in Vida de Pompeu]
"Navegar é preciso; viver não é preciso".
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário;
o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida;
nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande, ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade.
É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.
Quem assim canta,
canta pelo amor à canção
'Possessio maris'
Amo mais
Se mais é possível
Em amor se tratar
o arremesso que a prórpia rede.
Manatee
Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena?
Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Em duas estrofes, três pérolas: o mar salgado; o tudo vale a pena, o Bojador.
Ler Pessoa? Devia ser prazer obrigatório
"Navegar é preciso; viver não é preciso".
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário;
o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida;
nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande, ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade.
É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.
Quem assim canta,
canta pelo amor à canção
'Possessio maris'
Amo mais
Se mais é possível
Em amor se tratar
o arremesso que a prórpia rede.
Manatee
Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena?
Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Em duas estrofes, três pérolas: o mar salgado; o tudo vale a pena, o Bojador.
Ler Pessoa? Devia ser prazer obrigatório
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