domingo, 21 de agosto de 2005

i ћ d ψ (x,t) = H ψ (x,t) Equação do Gato na caixa

i ћ d ψ (ẍ,t) = H ῳ (ẍ,t)

Onde função de onda é a representação física de um estado que representa uma partícula, visto que na mecânica quântica só se prevê exatamente metade daquilo que La place preveria.

OU seja uma partícula não possui velocidade ou posição determinadas, mas há uma grande possibilidade de a partícula estar lá naquele tempo sob forma de energia, portanto onda.

Determinismo, realtividade restrita, variáveis ocultas, Determinismo mitigado pelo gato de Schrödinger.

Teorema M, cordas, supercordas, p branas, relatividade geral absoluta e restrita, quântica e um atal de supergravidade com 11 dimensões.

Simples né?

:O)

O gato sem botas de Schrödinger

Estava lá eu ...
conversando sobre meu novo livro de fotografia com um de meus professores de arte...

Ele me falava sobre o gato de Schrödinger e a equação onde a evolução do tempo da função da onda Pi é determinada pelo operador hamiltoniano H, que está associado à energia do sistema físico sendo considerado.

E uma frase em alemão sobre o que sou - algo sobre o que resta depois que tudo foi observado, na voz passiva e em alemão fica muito melhor...

Enfiamos um gato dentro de uma caixa com um mecanismo estranho no mínimo.
Se acontecesse algo perfeitamente natural, um desvio iônico sem polaridade entre duas elipses diferentes, uma linha se cortaria e o gato lá dentro sufocaria ... elá estava op experiemento... de forma que sem nada poder enxergar dentro da caixa... nós meros observadores do inobservável... tínhamo sduas realidades...
gato morto gato vivo
Nada mais que natural

De lá partimos do fato que Newton nunca conseguiu quebrar tal equação e substantivos em alemão iniciam-se com Letras maiúsculas, que Deus não joga dadaos como mundo, e se joga são os dados determinados - nada ao acaso, muito menos os gatos e os dados de duas faces de dois de Righini...

Tudo muito complicado...e só para iniciar o projeto Mecarelli, ma dai!

E me veio a lembrança de que o mundo assim o é devido ao observador - e voltamos ao objeto observado e ao observador que ao observar muda a realidade sob suas próprias limitações...
Atman, Para atman, maya e self...

E ainda me ocorreu a verdade sobre as religiões que viciam o povo, cru de entendimentos e sentimentos sobre amor e alegria absoluta, aqueles que buscam alívio sobre suas agonias.
Templos que oferecem remédio a essas agonias são uma estrada longa ... desviada, perdida.

Não estão procurando Deus, procuram satisfação, alívio, ou dor da angústia de ter nascido, segundo alguns o pecado original...Vê se pode... procuram crenças falsas e rápidas, uma aspirina espiritual, com as quais possam ser consoladas, confortadas por falsos espirutualizados que lhes dão crenças fáceis que cobrem algumas suas próprias infelicidades e algumas suas próprias contas bancáarias.

Não pecisamos mais de guerras santas, outubros vermelhos, cem dias ou cem anos, sete dias e fogueiras de inquisição, nem dessa palhaçada e gritaria neo apostólica. Precisamos de religião, mas não de seitas diversas, a fé é uma só.

:O)

domingo, 24 de julho de 2005


http://www.manateesp.blogspot.com Posted by Picasa

quarta-feira, 29 de junho de 2005


http://manateesp.blogspot.com Posted by Hello

Ao Sino da Madalena

Deixo de lado minhas teclas
mal batidas
Pra contar em verso ou prosa
A balada d' um sinete

Leve no balançar
Pequeno nas ondas do mar
Mas nunca frágil ao navegar

Tilintava à toda vela
E ninava o ar
Chamava pra rangar
E gritava homem ao mar

Firmeza esse anãozinho
de metal a chacoalhar
Pra lá e pra cá
Em pleno mar

Dá saudades
do tempo de sol
soando ao acordar
e das noites de lua
quietando a ninar

Se um dia me contassem
que tinha vida não acrediatria
zombaria desse mentir
mas eis-me aqui
dizendo-lhe coisas
por saudades sentir

:O)


Grega, engarrafei como de costume
Enrolhei bem
E postarei no sábado
Ou nos Macacos ou na Cabeçuda

Vagau

" Faça tudo, busque o impossível,
Mas, meu amigo,
Respeite o mar.
O sábio marinheiro sabe que
Ele jamais venceu uma tormenta,
Apenas e tão-somente apenas,
Foi o mar que deixou
Ele passar."
... e passou ...

terça-feira, 28 de junho de 2005

Variação da agulha padrão

Hoje naufragou uma companheira
Madalena ou Madelaine para o JeanPierre
Fez água na ponta da juatinga
Carta 1634, hoje talvez 21º 30' w

A Grega
Se agapô poli poli
e irmão Grego dentro
Cris e Andre (poulos)

Resgatados por uma menina moça
Da enseada do Sono
Deitaram mastro por um bom tempo

Tudo na vida,
Muda
Sempre
O tempo todo
Sempre
O tempo todo
Muda
Tudo na vida.

Carpe Diem

Não desanimem nos percalços,
Aprendam como a seta reta na maré,
Decurso de dia e de linhas.

O lápis é usado na carta
Pelo próprio motivo
Das pessoas em nossas vidas
São muitas passagens,
Passageiros
e muitos caminhos.

Com o fim de uma era
Inicia-se outra
Assim como do cume nasce a queda
Querendo-nos ou não

Como diria nosso amigo estranho
Um barco de verdade não nasce por acaso
e completo...
Nem morre sem motivo...

Rapa Nui um dia!
No outro Para-ty !

Homenagem prestada,
é tempo de lembrar
dos bons ventos que nos levaram
e que sempre soprem
Suaves e eternos
Nunca Infinitos, mas pra sempre

HariOm